Câmara de Famalicão alarga oferta de manuais escolares ao segundo ciclo

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Medida corresponde a um investimento total de 400 mil euros.
A Câmara de Vila Nova de Famalicão vai alargar a oferta de manuais escolares ao segundo ciclo, pelo que as famílias famalicenses com crianças a frequentar o 5.º e 6.º ano não vão ter que comprar os manuais escolares referentes às disciplinas nucleares – Português, Matemática, Inglês, História e Geografia de Portugal e Ciências Naturais.

A medida, que entra em vigor já a partir do ano letivo 2017-2018, surge depois do Governo ter assegurado o empréstimo dos manuais a todo o 1.º ciclo.

Em declarações à imprensa o presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, afirmou que a medida vem assim cumprir um compromisso assumido no ano passado, no arranque do ano letivo 2016-2017, na Escola Básica Integrada de Gondifelos, altura tinha garantido que caso o Governo cumpra com a promessa de estender ao 2.º, 3.º e 4.º ano o empréstimo dos manuais escolares, que aconteceu para o primeiro ano, a Câmara Municipal de Famalicão avançará com a cedência dos livros para o segundo ciclo, ou seja para o 5.º e 6.º ano.

A medida irá beneficiar 2500 alunos do 5.º e do 6.º ano no concelho e implicará um investimento municipal de 250 mil euros. Entretanto, o Município vai voltar também a oferecer gratuitamente as fichas de apoio a todas as crianças do 1.º ciclo, beneficiando perto de cinco mil crianças, num investimento de cerca de 130 mil euros.

«Trata-se de um investimento total de cerca de 400 mil euros porque é bom não esquecer que além da cedência de manuais para o 5.º e 6.º anos também vamos disponibilizar cerca de 10 mil euros para o Banco de Livros para outros jovens noutras faixas etárias e continuamos no primeiro ciclo a ceder o que o Goveno não cede, que são as fichas».

Paulo Cunha lembrou que Famalicão podia fazer como muitos outros municípios, deixando de comparticipar os manuais escolares logo que o Governo deu o passo de ceder os livros ao primeiro ciclo, contudo, tendo sido pioneiro na cedência de manuais há 16 anos atrás, a Câmara quer acompanhar o processo educativo.

«Não foi isso que Famalicão fez. O que nós fizemos foi pegar no investimento que já fazíamos no primeiro ciclo e afeta-lo ao segundo ciclo. E achamos que com esta medida estamos a ajudar mais pessoas, tendo repercussões no orçamento familiar. É uma boa notícia para as famílias de Famalicão», sustentou

Fonte:Diário do Minho

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