Coronel Cunha Rasteiro à frente do Comando Territorial da GNR da Guarda

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O coronel Luís Cunha Rasteiro tomou posse, na passada sexta-feira, como comandante do Comando Territorial da GNR da Guarda. O oficial foi promovido a coronel a 25 de maio último e ao longo da sua carreira militar tem averbados 11 louvores, três referências elogiosas e 11 medalhas.
Na cerimónia presidida pelo tenente general Botelho Miguel, segundo comandante-geral da GNR, Luís Cunha Rasteiro comprometeu-se a dar continuidade ao «bom trabalho» que tem sido desenvolvido no distrito e garantiu que tentará sempre «fazer mais e melhor». O novo comandante adiantou ainda que a sua ação será norteada por quatro princípios: proximidade ao cidadão, cooperação e articulação, racionalização de recursos e modernização de procedimentos e proteção, acompanhamento e apoio dos ativos. Luís Cunha Rasteiro tem 49 anos e tem o curso superior de Comunicação e Relações Públicas. Ingressou no quadro permanente de oficiais da GNR em 1990, tendo desempenhado diversas funções, entre as quais a de adjunto do comandante da Companhia da Guarda Fiscal de Vilar Formoso, comandante do subdestacamento Fiscal de Vilar Formoso, comandante do subdestacamento Fiscal de Aveiro, comandante do Destacamento Territorial de Vilar Formoso e comandante do Destacamento Territorial de Gouveia. Foi igualmente chefe da Secção de Investigação Criminal do Grupo Territorial da Guarda, comandante do Grupo Territorial da Guarda e segundo comandante do Comando Territorial da Guarda.

No final da cerimónia foi assinado um protocolo de cooperação entre o Comando Territorial da GNR e 13 autarquias do distrito (Seia é a exceção) para a prestação de um serviço de teleassistência a pessoas que vivem sós e isoladas. Trata-se de «um projeto inovador» que permitirá «garantir respostas imediatas e efetivas, no âmbito da prevenção e promoção da qualidade de vida de pessoas vulneráveis, através da criação de respostas integradas, sobretudo nas componentes fundamentais da segurança, do socorro e da ação social», refere a GNR. O objetivo é tentar «combater os efeitos negativos das situações de isolamento e solidão, através da criação de respostas integradas e aproveitando as sinergias que cada parceiro poderá desenvolver, sobretudo nas componentes fundamentais da segurança, do socorro e da ação social».

Garantir uma resposta imediata em situações de emergência, bem como o apoio à solidão a todos os utentes que se encontrem em situação de vulnerabilidade ou dependência, 24 horas por dia e sete dias por semana e melhorar a qualidade de vida, a saúde, a tranquilidade, a segurança, a autonomia e a autoestima, são os principais propósitos da iniciativa. Segundo os dados dos Censos Sénior 2017 da GNR, a Guarda é o distrito com mais idosos a viver sozinhos ou isolados, contabilizando 3.932 pessoas nessas condições. Desses, 3.197 vivem sozinhos e 452 isolados.

Fonte: Diário da Guarda

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